A opção por novas fontes de energia, como a solar e a eólica, reduz o preço final da tarifa de energia
Setenta bonecos infláveis gigantes chamam a atenção de quem passa pela Esplanada dos Ministérios. Colocados próximos à Rodoviária do Plano Piloto, a manifestação abre uma discussão em torno da energia renovável – solar e eólica – e o poder de escolha pelo consumidor.
O Movimento Luz Livre foi deflagrado em meio ao reajuste, à crise hídrica e a necessária demanda por outras fontes energéticas. “Por que a grande indústria tem acesso à energia barata do mercado livre e a padaria do bairro não tem?” pergunta o CEO da Omega Energia, Antonio Bastos. A empresa encabeça o movimento nacional como a maior geradora brasileira de energia renovável.
Novas fontes de energia elétrica podem baratear o preço final para o consumidor. O cálculo é que cada megawatt-hora solar que um consumidor residencial comprar no mercado livre reduziria em 93% o custo do subsídio. Isso seria possível se o mesmo consumidor instalasse painéis solares na própria residência, tendo uma energia mais barata e também 100% renovável.
O Movimento Luz Livre promove uma petição que pode ser assinada neste site por qualquer pessoa. Levantamento realizado pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), em 56 países, aponta que 62,5% já tornaram a liberdade de escolha no setor de energia elétrica um direito para todos os consumidores.
