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Estudo comprova que dose de reforço ajuda contra a Covid

Variante delta Covid-19 Misto Brasília

Nova variante assusta porque é mais letal que a cepa indiana/Arquivo

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O reforço mais potente no estudo foi uma dose da vacina da Moderna, depois a AstraZeneca e da Pfizer

Um estudo publicado ontem (02) na revista científica The Lancet revelou que doses de reforço de vacinas contra a Covid-19 podem fortalecer drasticamente as defesas imunológicas do corpo.

Na pesquisa, chamada Cov-Boost e realizada no Reino Unido, foram medidas em junho passado as respostas imunológicas de quase 3 mil pessoas que receberam uma entre sete vacinas contra covid-19 ou um placebo dois a três meses após terem tomado a segunda dose da AstraZeneca ou da Pfizer, informou a DW.



Pelo menos dois meses após a segunda dose da vacina da Pfizer e três meses após a da AstraZeneca, pacientes receberam uma terceira dose dessas vacinas ou das vacinas CureVac, Moderna, Novavax, Valneva e Janssen. Outros participantes receberam um placebo.

Todos os que receberam a vacina produziram uma resposta aumentada de anticorpos – com exceção de uma vacinação inicial com Pfizer seguida por um reforço da Valneva, que não mostrou nenhuma diferença perceptível contra a Covid-19.



Aqueles que receberam reforço com Pfizer após duas doses da AstraZeneca apresentaram um mês depois níveis de anticorpos quase 25 vezes maiores do que os que receberam placebo. Quando a dose de reforço da Pfizer foi administrada após duas doses da Pfizer, os níveis de anticorpos aumentaram mais de oito vezes.

O reforço mais potente no estudo foi uma dose da vacina da Moderna, que aumentou os níveis de anticorpos em 32 vezes no grupo imunizado com AstraZeneca e 11 vezes no grupo com duas doses da Pfizer. Atualmente a Moderna é usada no programa de reforço do Reino Unido administrada em meia dose.


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