Eles seguem com a entrega de cargos de chefia, a exemplo do que aconteceu na Receita Federal
Em mais um episódio deflagrado no esteio da crise que assolou o funcionalismo público no Brasil, servidores do Banco Central (BC) brasileiro entregaram cargos e anunciaram adesão à greve.
O aumento salarial dado pelo presidente Jair Bolsonaro aos policiais federais e rodoviários, que receberão R$ 1,7 bilhão do orçamento de 2022, segue causando problemas para governo.
Em ato semelhante ao orquestrado pela Receita Federal nos últimos dias, o sindicato que representa os servidores do Banco Central (Sinal) iniciou movimento de entrega de cargos de chefia na autarquia nesta segunda-feira (03).
Segundo a Folha de São Paulo, a autoridade monetária conta com cerca de 500 posições comissionadas. Os servidores pedem reajuste salarial.
