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Pacheco diz que é preciso tirar o Brasil do estado de latência

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Solenidade de abertura do ano legislativa com Bolsonaro, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco/Marina Ramos/Câmara dos Deputados

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No seu discurso, o presidente Bolsonaro garantiu que o governo fez seu trabalho na pandemia

Na abertura dos trabalhos legislativo do Congresso Nacional, o presidente Jair Bolsonaro (PL), disse há pouco que o governo não fugiu de suas responsabilidades com a pandemia. “Todas as vacinas produzidas no Brasil foram distribuídas”, garantiu. Atualizado às 16h45



Bolsonaro fez um discurso que não foi de improviso. Falou também das enchentes e disse que o Brasil está num caminho da retomada da economia de forma sólida. “Registramos e agradecemos a parceria com nossos deputados e senadores”.

Aproveitou para citar como vantagens de sua administração, o leilão do 5G, elogiou as políticas e enfatizou o uso das armas nas propriedades rurais. E disse que a liberdade individual não pode ser quebrada “por quem quer que seja”.


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Na sua mensagem ao Legislativo, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, disse que é necessário a harmonia entre os Poderes “neste momento tão difícil” da República. “Desejo êxito dos integrantes do Legislativo”, falou rapidamente.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) disse que a convergência de todos vai ajudar o país a atravessar as suas dificuldades. “Estou certo que não pouparão esforços”. Para o parlamentar, a pandemia não vai desanimar, mas buscar recursos para enfrentar a Covid-19.

“Precisamos redobrar os esforços na campanha de vacinação”. E disse que apesar das matérias polêmicas votadas no plenário, houve uma costura de entendimento, com o “diálogo e conversa, no olho no olho”. E segundo o presidente da Câmara, é necessário uma reforma tributária. “Existem diversas ideias, muitas concretas”.



O presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou em seu discurso que “temos pela frente um ano politicamente complexo, em uma conjuntura ainda profundamente marcada pela crise sanitária de que ainda não saímos e que tem deixado marcas econômicas e sociais de longo alcance”.

Criticou também as fake news que pulverizam as redes sociais e que provocam um desserviço ao combate à pandemia. “Também serviram a propósitos invertidos que, com o desvirtuamento dos mesmos instrumentos modernos, atentaram contra a saúde pública através da difusão impressionante de desinformação”.



Para Rodrigo Pacheco, “precisamos romper com o paradigma de que, em ano eleitoral, há um engessamento do Poder Legislativo. Precisamos compreender as dificuldades que enfrentamos, as necessidades que nós temos e, também, nossas responsabilidades como representantes do povo. Não podemos deixar questões urgentes em estado de latência. Precisamos desde já trabalhar nos projetos que sejam de interesse do país, ainda que em ano eleitoral”.

“É papel do Congresso Nacional buscar substituir a polarização pela união nacional em prol do bem comum. O Congresso é, por excelência, o lugar onde a diversidade dos interesses pode buscar a convergência que concretiza a comunidade. Na República, somos ao mesmo tempo o lugar da diversidade e a esperança da comunidade”.


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