Movimento pode ter novos desdobramentos na próxima semana com uma assembleia na quarta-feira
A greve dos agentes de segurança de Minas Gerais completa neste sábado (05) 12 dias, segundo relatam as entidades sindicais. Os serviços prestados nesta área são cada vez piores e aparentemente não não uma solução a curto prazo.
Presos reclamam de melhores tratamento na Penitenciária de Segurança Máxima de Francisco de Sá e até incendiaram um ônibus na capital para chamar a atenção das autoridades depois de divulgar uma carta aberta. O presidente do Sindicato dos Policiais Penais de Minas, Jean Ottoni, disse ao jornal O Tempo que adesão da categoria à greve tem reduzido o quadro de efetivo e, consequentemente, não há garantia do banho de sol em todos os presídios.
Também há lentidão nos serviços prestados pelo Detran, de acordo com a mídia de Belo Horizonte. Na próxima quarta-feira (09) haverá uma manifestação das categorias profissionais.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), acredita que o movimento poderá “terminar próximos dias. “Faço aquilo que é responsabilidade minha e não farei diferente”, disse ontem (04) para os jornalistas.
O governo quer a recomposição de 10,06% e a ampliação do abono-fardamento para três parcelas de R$ 2 mil anuais. Os policiais querem o cumprimento do acordo firmado em 2019. A categoria cobra o pagamento das duas parcelas de 12% remanescentes, que, conforme o pacto, seriam quitadas em 2021 e 2022.
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