Medida se deve ao aumento da pressão de sanções contra a Rússia. E mais armas para a Ucrânia
A empresa japonesa Kyushu Electric Power, umas das maiores companhias de fornecimento de energia do Japão, decidiu não comprar mais carvão russo em 2022. A medida se deve ao aumento da pressão de sanções contra a Rússia.
Conforme publicou a emissora japonesa NHK, no último ano fiscal, a Kyushu Electric Power comprou da Rússia cerca de 8% do carvão necessário para suas usinas de energia.
A companhia não tem contratos de longo prazo com a Rússia e não assinou nenhum contrato de curto prazo com empresas russas desde o início da operação militar especial na Ucrânia. A decisão da empresa japonesa demonstra que a Kyushu Electric Power já encontrou fornecedores alternativos de carvão, informou a Sputnik.
Mais armas para a Ucrânia
Os chefes de governo alemão, Olaf Scholz, e britânico, Boris Johnson, manifestaram unidade demonstrativa ao prometer novas entregas de armas para a Ucrânia sob ataque militar russo. Em coletiva de imprensa em Londres, nesta sexta-feira (08/04), os líderes das duas nações da Otan frisaram que não pretendem se transformar em partidos de guerra, mas querem ajudar o país invadido a se defender.
Segundo o primeiro-ministro Johnson, o Reino Unido se dispõe a fornecer “tudo o que tenha caráter defensivo”, citando mísseis antiaéreos Starstreak, 800 mísseis antitanques e munição de precisão capaz de permanecer no ar até ser direcionada contra seu alvo.
Scholz prometeu o fornecimento “continuado” de armas com o fim de reforçar a luta de defesa contra a invasão russa. Por outro lado, reagiu com reticência ao pedido de Kiev por tanques blindados Marder dos arsenais alemães, de acordo com a DW.
