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Bolsa opera em baixa e recua a cotação do dólar comercial

Bolsa de Valores B3 Misto Brasília

A bolsa é o local para compra e venda de ações/Arquivo

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A Usiminas inaugurou a temporada de balanços do primeiro trimestre, com números inferiores aos últimos três meses

O índice de referência da Bolsa brasileira opera em baixa pela quarta sessão consecutiva. Novamente, os papéis da Vale pesam contra o Ibovespa, recuando quase 4% na manhã de hoje, após a prévia operacional da mineradora apontar queda na produção. Outras empresas ligadas à mineração também estão as principais perdas do índice. Usiminas lidera as baixas, caindo 5,27%.



A empresa inaugurou a temporada de balanços do primeiro trimestre, com números inferiores aos últimos três meses do ano passado. CSN também está na lista das maiores baixas, recuando 4,79%; já os ativos da Gerdau caem 3,01%.

O dólar comercial volta a cair, recuando 0,48%, a R$ 4,645 na compra e R$ 4,646 na venda. Os juros futuros inverteram sinal e agora operam com viés de alta, segundo informou o Infomoney.



O caso da Eletrobras e o mercado

O assunto político que o mercado está de olho é o que pode fazer o ministro Vital do Rêgo. Ele avisou que deve mesmo pedir vistas sobre o processo da Eletrobras, em pauta hoje no Tribunal de Contas da União (TCU). Há uma intensa negociação para que as vistas durem sete dias, o que fez o ministro dizer que pode ir ao STF para assegurar seu direito de analisar o processo por até 60 dias.

O problema é que o mercado entende que tal prazo dilatado inviabilizaria a desestatização da empresa ainda este ano. Os ministros favoráveis ao governo Bolsonaro se apoiam em um precedente recente, sobre o leilão do 5G, quando o TCU limitou o pedido de vistas em uma semana.



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