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China critica novas sanções econômicas contra a Rússia

Ucrânia fuga de civis Misto Brasília

Milhares de civis tentam se proteger da guerra na Ucrânia/TV Alaraby

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Sexto pacote de sanções prevê, entre outras medidas, o embargo gradual ao petróleo russo

Zhao Lijian, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, afirmou que as novas sanções contra a Rússia não facilitarão a resolução da situação na Ucrânia.

Além disso, Zhao destacou que, em vez de ajudar a pôr fim ao conflito, a Europa e o mundo pagarão um alto preço por estas sanções.
“Os fatos já mostraram que a pressão das sanções não facilita a solução da crise ucraniana. As sanções indiscriminadas impostas contra a Rússia por alguns países não aliviaram a situação na Ucrânia e, em vez disso, a Europa e o mundo pagarão um alto preço por elas”, enfatizou.



O porta-voz chinês ressaltou que, devido às sanções, os europeus vão se deparar com novas dificuldades, como a inflação e o desemprego, enquanto o mundo enfrentará sérios problemas, como uma crise energética e de abastecimento, divulgou a Agência Sputnik.

A União Europeia publicou em sua revista oficial o sexto pacote de sanções contra a Rússia, que prevê, entre outras medidas, o embargo gradual ao petróleo russo. Hoje (06) a guerra com a Ucrânia completa 103 dias com combates intensos em várias cidades. Ontem, um míssil atingiu a capital Kiev.


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