No país, houve uma variação de 0,2% em abril se comparado com o mês de março
O volume de serviços no Brasil variou 0,2% em abril frente a março, na série com ajuste sazonal. O setor de serviços se encontra, em abril de 2022, 7,2% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 4,2% abaixo de novembro de 2014 (ponto mais alto da série histórica).
O volume de serviços cresceu 9,4% e assinalou a 14ª taxa positiva consecutiva, segundo informou o IBGE. O volume de serviços acumula alta de 9,5% no ano, frente a igual período de 2021. O acumulado nos últimos doze meses passou de 13,6% em março para 12,8% em abril de 2022, interrompendo trajetória ascendente iniciada em fevereiro de 2021 (-8,6%).
Como ficou o índice nos estados e no DF
Na série com ajuste sazonal, o volume de serviços cresceu em 12 das 27 Unidades da Federação (UF) em abril de 2022, ante o mês imediatamente anterior, acompanhando o acréscimo (0,2%) observado no Brasil. O impacto positivo mais importante veio do Rio de Janeiro (1,0%), seguido por Espírito Santo (3,6%), Rio Grande do Norte (7,9%) e Ceará (2,4%). Em contrapartida, São Paulo (-0,5%), Minas Gerais (-2,8%), Distrito Federal (-8,2%) e Rio Grande do Sul (-2,8%) exerceram as principais influências negativas.
Na comparação com abril de 2021, o avanço do volume de serviços no Brasil (9,4%) foi acompanhado por 24 das 27 UFs. A principal contribuição positiva ficou com São Paulo (9,9%), seguido por Minas Gerais (14,2%), Rio Grande do Sul (16,8%) e Rio de Janeiro (4,3%). Em sentido oposto, Distrito Federal (-1,1%), Rondônia (-4,5%) e Acre (-2,4%) assinalaram os únicos resultados negativos do mês.
No acumulado do primeiro quadrimestre de 2022, frente a igual período do ano anterior, o avanço do volume de serviços no Brasil (9,5%) se deu de forma disseminada entre os locais investigados, já que 26 das 27 UFs também mostraram expansão na receita real de serviços. O principal impacto positivo em termos regionais ocorreu em São Paulo (11,0%), seguido por Minas Gerais (11,2%), Rio Grande do Sul (16,3%) e Bahia (14,2%). Por outro lado, Rondônia (-1,5%) registrou a única influência negativa sobre índice nacional.
