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Petroleiros dizem que Bolsonaro criou fake com fundo de pensão

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Petroleiros reunidos no TST com representantes da Petrobras e do TST/Arquivo/Divulgação/FUP

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Presidente da Federação Única dos Petroleiros diz que o Plano Petros teve um rombo de R$ 9,3 bilhões

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) classificou hoje (29) como uma fake news uma informação divulgada, ontem à noite, pelo programa do candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL).

O foco do plano de congelamento das aposentadorias e do salário mínimo foi defendido publicamente pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, do governo Jair Bolsonaro.



A campanha do candidato Bolsonaro usou um aposentado da estatal para acusar o governo do ex-presidente Lula da Silva de má gestão do fundo de pensão da categoria.

“Ao contrário da propaganda eleitoral enganosa, quem está administrando pessimamente o fundo de pensão dos trabalhadores da Petrobrás são os gestores indicados pelo governo Bolsonaro. Em apenas um ano (2021), o Plano Petros acumulou um rombo de R$ 9,360 bilhões. Vai obrigar os aposentados e pensionistas a cobrir esse déficit com mais descontos em seus benefícios”, afirma o coordenador-geral da FUP, Deyvid Bacelar.


Os planos Petros amargaram prejuízos de até 4,1% em 2021. Os planos de previdência complementar de outras estatais, como o Previ (do Banco do Brasil), o Funcef (da Caixa Econômica Federal) e o Postalis (dos Correios) tiveram rentabilidades entre 6,8%% e 13,2%.

Bacelar afirmou que sob a gestão Bolsonaro, a Petros zerou os contracheques de milhares de aposentados e pensionistas durante vários meses. Isso teria obrigado os aposentados a recorrer à Justiça para restabelecer o mínimo da dignidade.


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