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Forças Armadas não encontram irregularidades no sistema de votação

Urna eletrônica eleições Misto Brasília

As urnas eletrônicas passaram por uma bateria de testes na justiça eleitoral/Arquivo/TRE

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Documento com a avaliação técnica foi entregue hoje à tarde ao Tribunal Superior Eleitoral

Por Misto Brasília – DF

Ministério da Defesa não encontrou irregularidades no sistema eletrônico de votação que pudesse alterar os resultados das eleições gerais. Essa é a conclusão do relatório técnico produzido pela equipe técnica das Forças Armadas. O documento foi entregue hoje (09) à tarde ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e disponibilizado na internet.

Outros órgãos, como o Tribunal de Contas da União, também não encontraram problemas nas urnas e na apuração do processo eleitoral.



No documento de 65 páginas com uma série de anexos, os militares sugerem o aperfeiçoamento do processo. “Em suma, as oportunidades de melhoria indicam que é pertinente ampliar o acesso ao conteúdo do sistema, bem como realizar o trabalho das entidades fiscalizadoras conjuntamente com os técnicos do TSE”.

“Na vertente dos mecanismos de fiscalização do sistema no momento da votação, a incapacidade de o Teste de Integridade e do Projeto-piloto com biometria reproduzirem, com fidelidade, as condições normais de uso das urnas eletrônicas que foram testadas, não permite afirmar que o SEV está isento de influência de um eventual código malicioso que possa alterar o seu funcionamento”.



Num texto feito pela assessoria do Ministério da Defesa, informa-se que o documento foi produzido por uma equipe composta por oficiais de carreira especialistas em gestão e operação de sistemas de tecnologia da informação; em engenharia de computação e de telecomunicações; em defesa cibernética; entre outras; e seguiu rigorosamente os parâmetros estabelecidos na Resolução nº 23.673, de 14 de dezembro de 2021, do TSE.

“É importante ressaltar que o trabalho dos militares se norteou pela estrita observância da legalidade, pela elevada capacidade técnica e pela colaboração com a Justiça Eleitoral”.


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