É mais um esforço para acabar com a guerra interna que movimenta a área rural há meio século
Na sexta-feira (25), os participantes do diálogo entre as autoridades colombianas e o grupo armado de esquerda radical Exército de Libertação Nacional (ELN) apelaram ao Brasil, ao Chile e ao México para agirem como fiadores dos acordos.
Além dos três países sul-americanos, foram convidados Alemanha, Suécia, Suíça e Espanha para acompanhar o processo de negociação. Os Estados Unidos também foram notificados sobre a disponibilidade de Washington para participar no processo de paz.
O nome dos países foi anunciado por meio de um comunicado divulgado em uma coletiva de imprensa na capital venezuelana Caracas.
O ELN é o segundo maior grupo rebelde da Colômbia, depois das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). O governo colombiano e vários outros países e organizações, incluindo os EUA e a União Europeia (UE), designam o ELN como uma organização terrorista.
