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Fruta foi o item mais caro na cesta de alimentos em Brasília

Feira Águas Claras Misto Brasília

A produção de frutas é uma atividade que envolve 600 agricultores no DF/Arquivo

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No mês de novembro, a alta foi de 5,2%, sendo a segundo maior do país, com aumentos que variam de 0,2% a 6,4%

Por Misto Brasília – DF

As frutas foram os itens da cesta básica que ficaram mais caros em novembro no Distrito Federal. A média de reajuste foi de 6%, colocando Brasília na segunda posição com as maiores altas da cesta de alimentos no mês de novembro.

A alta geral da cesta na capital federal foi de 5,2%, pouco abaixo de Belo Horizonte, que registrou 6,4% em relação aos valores de outubro. Fortaleza foi a única capital que apresentou retração, de -0,8%, em relação ao mês anterior.



O levantamento realizado em oito capitais é da plataforma Cesta de Consumo Horus & FGV Ibre. Dos 18 produtos da cesta básica, três apresentaram aumento de preço em todas as capitais: farinha de mandioca, arroz e massas alimentícias.

No caso do DF, a farinha de mandioca registrou majoração de 4,1%. As massas alimentícias 5,0%, frutas 6,0% e óleo 3,6%. Dos 33 produtos da cesta ampliada, 11 tiveram aumento de preço em todas as cidades, com destaque para cesta de alimentos e bebidas.



A alta da farinha de mandioca foi causada pelas condições climáticas e redução na área do plantio. A do arroz, foi devida ao aumento no preço dos fertilizantes e à maior demanda externa. As massas alimentícias sofreram impacto por conta da alta no trigo no mercado internacional, devido à guerra entre Rússia e Ucrânia, grandes exportadores do produto.

Frutas e legumes, em especial a cebola e a batata, têm sido impactados devido às fortes chuvas em diversas regiões do país. O leite UHT, por sua vez, mantém tendência de queda, apresentando retração do preço em 6 capitais em novembro, com o enfraquecimento da demanda ao longo de agosto e o final de entressafra em setembro/outubro.


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