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Pesquisas mostram preços da cesta de Natal e queda nos serviços

Natal personagens Papai Noel JK Shopping Misto Brasília

Personagens e o Papai Noel para animar o Natal /Arquivo/Divulgação

A diferença dos preços na ceia de Natal e do ano novo ultrapassa a 76% em levantamento realizado em sete supermercados

Por Misto Brasília – SP

A diferença de preços dos itens que compõem a ceia de Natal e de ano novo chega a 76,5%, apontou a pesquisa realizada pelo Procon-SP. A maior variação encontrada foi no item lentilha cozida caixa de 250g, da Vapza – em um local o produto foi encontrado por R$ 9,69 e, em outro, por R$ 5,49, diferença de 76,5%.

Entre os panetones e chocotones, um dos itens mais consumidos nesta época, a maior diferença encontrada foi de 54%. O chocotone lata de 750g, da marca Bauducco, custava R$ 61,59 em um estabelecimento e R$ 39,99 em outro.

A equipe de pesquisas da Escola de Proteção e Defesa do Consumidor, responsável pelo levantamento, realizou a coleta de preços de forma remota do dia 30 de novembro a 2 de dezembro e no dia 6 de dezembro nos sites de sete grandes supermercados: Andorinha, Carrefour, Clube Extra, Kanguru, Mambo, Pão de Açúcar e Sonda.

Pesquisa indica queda no volume de serviços

O volume de serviços no país teve queda de 0,6% na passagem de setembro para outubro deste ano. É o primeiro resultado negativo do setor desde fevereiro. De março a setembro, quando o indicador atingiu seu ponto mais alto da série histórica, ele acumulou alta de 5,8%.

Os dados – da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) – foram divulgados hoje (13), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nos outros tipos de comparação, no entanto, o volume do setor apresentou altas de 9,5% na comparação com outubro de 2021, de 8,7% no acumulado do ano e de 9% em 12 meses.

O recuo de setembro para outubro foi puxado por três das cinco atividades analisadas, com destaque para transportes (-1,8%). Todos os segmentos de transporte tiveram queda em todos os modais: terrestre (-1%), aquaviário (-0,6%), aéreo (-10,1%) e armazenagem e correio (-1,2%). O transporte de passageiros caiu 5,5% e o de cargas, 2%.

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