Pesquisa identificou que a maioria das empresas, no entanto, não vão reduzir o espaço físico no futuro
Por Misto Brasília – DF
O modelo híbrido de trabalho segue em alta, segundo uma pesquisa com 154 executivos que ocupam cargos de liderança de companhias de diversos segmentos.
A partir da amostragem, foi possível também identificar que o trabalho híbrido será mantido em 2023. Para 75% dos entrevistados, o modelo será adotado em definitivo.
O levantamento da Cushman & Wakefield mostrou que 95% dos executivos aprovam o modelo de trabalho híbrido. A maioria (52,8%) entendem que há mais pontos positivos do que negativo no modelo.
A frequência presencial, neste modelo, é de três vezes na semana, adotado por 41,3% dos entrevistados, seguido por duas vezes na semana, com 36,5% da amostra. Outros 13,5% informam que a equipe vai ao escritório quatro vezes semanalmente e 8,7% apenas uma vez.
Para 50% dos entrevistados, o formato tem hoje mais pontos negativos do que positivos o que não era notado no início da pandemia.
Em 2020, quando a Cushman & Wakefield realizou pesquisa similar, identificou que 84% dos executivos apontavam como somente positivo.
A dúvida que surgiu desde o início da pandemia ficou concentrada no futuro dos escritórios, já que o formato home office prometia ser perpetuado entre as grandes companhias que locam boa parte das lajes corporativas presentes nas principais capitais nacionais.
Para 42,1% dos tomadores de decisão, suas empresas não reduzirão espaço físico no futuro; 22,9% informam não ser possível definir ainda; para outros 22,9% isso pode ocorrer em um futuro próximo (até 12 meses) e 12,1% acreditam que pode ocorrer, mas em um prazo mais logo (acima de 12 meses).
