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China pede à OMC para examinar restrições que entram em vigor em julho

Economia criativa DF Misto Brasília

A economia criativa é um segmaneot que une a tecnologia e também a cultura/Arquivo/Aevo

O pano de fundo da situação é o endurecimento das restrições do governo japonês à exportação de tecnologia

A China pediu para a Organização Mundial do Comércio (OMC) examinar as restrições dos EUA às exportações de tecnologia, que dificultam sua capacidade de fabricar chips avançados, informou a emissora de televisão estatal CCTV.

Segundo a emissora, os representantes chineses disseram à OMC que Japão, Países Baixos e Estados Unidos devem informar a organização sobre seus planos e ações futuras, e instaram-na a aumentar a supervisão.



O pano de fundo da situação é o endurecimento das restrições do governo japonês à exportação de equipamentos de produção de semicondutores, devido a crescentes preocupações de segurança.

As restrições que vão entrar em vigor em julho abrangem 23 itens e afetam as exportações para todos, exceto 42 países, cujos controles de exportação são considerados adequados por Tóquio. Esta lista de “aprovados” inclui, por exemplo, os EUA, Coreia do Sul e Taiwan.

As exportações para a China e outros países não listados vão passar por um procedimento mais complexo, com cada remessa exigindo a aprovação do Ministro do Comércio japonês.



No dia 27 de janeiro, autoridades norte-americanas, japonesas e holandesas conversaram sobre um novo conjunto de restrições destinadas a minar as tentativas da China de estabelecer uma indústria nacional de semicondutores.

Em 8 de março, o governo holandês emitiu um decreto limitando as exportações de tecnologias relevantes para a China e países fora do chamado Acordo de Wassenaar, um regime de controle de exportação cujos 42 membros trocam dados sobre transferências de bens e armas de uso duplo.


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