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Economia criativa representa 3,5% do PIB do Distrito Federal

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A economia criativa tem um peso significativo na economia do DF/Arquivo/CLDF

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Documento sobre esta atividade será distribuído nesta terça-feira e aponta a participação de 90 mil pessoas

Por Misto Brasília – DF

A segunda fase do relatório Panorama da Economia Criativa do Distrito Federal será lançada oficialmente na terça-feira (18). O documento aponta a atividade de 90 mil agentes criativos registrados – 68 mil são autônomos e 28 mil estão ligados a associações, com cadastros avulsos.

O setor compõe 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do Distrito Federal. O valor é maior que a porcentagem nacional, de 3,11%, de acordo com uma pesquisa da Fundação Itaú feita em abril deste ano.



Em nível nacional, entre 2012 e 2020, o setor de economia criativa gerou 7,4 milhões de empregos. Só no ano passado, o segmento movimentou mais de R$ 9 bilhões, revelou a Agência Brasília.

O pesquisador da Universidade Católica de Brasília (UCB), Alexandre Kieling, explica que o relatório parcial engloba categorias diferentes dos setores de economia criativa. São 25 atividades diferentes, que se dividem em quatro principais categorias (Atividades primárias, industriais, criativas e correlatas ou transversais).



“Temos um grande potencial nesse setor. É preciso enxergá-lo e oferecer o apoio necessário. A cultura dá muito retorno. A gente não está gastando com a cultura, está investindo e movimentando a economia”, comentou o secretário-executivo de Cultura e Economia Criativa, Carlos Alberto Júnior.

O compositor e produtor Victor Angeleas, comentou que “isso é algo muito grande, significa que as pessoas querem cultura em Brasília. Mostra que o nosso trabalho está sendo efetivo. São muitos agentes, e todo mundo tem seu papel, que é importante para a cultura e a economia da cidade se movimentarem.


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