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Bancos tradicionais perdem espaço para os “neo bancos”

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Novas regras em vigor definem estratégias para combater fraudes/Arquivo/Frontliner

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A mudança de comportamento  para os bancos digitais é feito especialmente pelos consumidores de menor renda

Por Misto Brasília – DF

A pesquisa realizada com 29.805 consumidores de 11 países em parceria, entre a Bain & Company e Dynata, indica que a fragmentação no setor bancário é generalizada.

Em países em desenvolvimento, como Brasil, Índia e China, grandes grupos de consumidores de baixa renda que não tinham relacionamento com os bancos tradicionais perdem espaço, ou seja,  passaram a utilizar serviços dos novos bancos digitais.

A migração para bancos digitais muda bastante de acordo com o país. No Brasil, o destaque fica por conta da fatia de consumidores que está migrando para os “neo bancos”, muito mais significativa do que em qualquer outro lugar do mundo.

Os bancos tradicionais ainda detêm a maior parte dos relacionamentos primários com os consumidores.

A maioria dos mercados experimentou um aumento nos insurgentes digitais, que são hoje os principais bancos das gerações mais jovens. Eles também cresceram em uma outra dimensão importante: a fidelidade do cliente.

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