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Brasileiro está mais preocupado com saúde, emprego e renda

Rodoviária DF deficiente visual

A estimativa da população brasileira passou para 213 milhões de pessoas/Arquivo

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Pesquisa indica que a corrupção perdeu força desde o início do novo governo. No Centro-Oeste, apenas 7% acha a questão preocupante

Por Misto Brasília – DF

Apenas 7% da população do Centro-Oeste tem como preocupação a corrupção no governo. Essa percepção caiu desde o início do novo governo federal em janeiro passado.

A identificação desse comportamento foi feita pela pesquisa Febraban-Ipespe, que também observou que a corrupção também não é a grande preocupação da maioria dos brasileiros em todas as regiões. A variação foi de 10% para 4%.

As primeiras preocupações são a saúde (29%), emprego e renda (27%), educação (15%), inflação e custo de vida (8%), fome e pobreza (6%) e segurança (5%). O levantamento ouviu 2 mil pessoas, nas cinco regiões do País, entre os dias 28 de agosto e 1º de setembro.

“Esse aspecto da corrupção vem em declínio desde o final do ano passado, quando pontuou 10%, caindo agora para 4%. O maior número de menções à corrupção é registrado no Centro-Oeste”, comentou a diretora executiva instituto, Marcela Montenegro.

A preocupação com a corrupção é maior na população acima de 45 anos (6%); com educação superior (6%); com renda familiar acima de dois salários-mínimos (5%); e entre os homens (6%). Por outro lado, é menor na faixa etária entre 18 e 24 anos (2%); na população que estudou até o ensino fundamental (3%); com renda até dois salários-mínimos (4%); e entre as mulheres (2%).

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