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Dólar perdeu força ante o real, apesar da valorização das commodities

Dólar moeda americana Misto Brasil

O dólar serve para garantir reservas e ganhos num mercado volátil/Arquivo

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Na comparação com o real, moeda norte-americana encerrou as negociações a R$ 5,5817 (-0,15%). O desempenho destoou da tendência vista no exterior

Por Misto Brasil – DF

dólar à vista perdeu força ante o real com foco nas políticas monetárias do Brasil e do Estados Unidos, apesar da valorização das commodities.

Na comparação com o real, moeda norte-americana encerrou as negociações a R$ 5,5817 (-0,15%).

O desempenho destoou da tendência vista no exterior. O indicador DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, fechou em alta de 0,44%.

Segundo registro do MoneyTimes, apesar do avanço das commodities, que tende a pressionar as moedas emergentes, o dólar perdeu força ante o real.

A moeda brasileira ganhou força à medida que os investidores precificam corte nos juros dos Estados Unidos e alta da Selic, no Brasil, na próxima semana.

O Federal Reserve (Fed) e o Banco Central divulgam a decisões de política monetária na quarta-feira (18).

Por aqui, o mercado elevou as projeções para PIB, depois de a economia brasileira avançar mais que o esperado no segundo trimestre. As estimativas de câmbio, inflação e juros também subiram na comparação com a semana anterior, segundo o Boletim Focus divulgado hoje.

O mercado projeta alta de 25 pontos-base na Selic em setembro, para 10,75% ao ano. As apostas são de alta, da mesma magnitude, nas três reuniões seguintes do Copom: em novembro, dezembro e janeiro de 2025 — o que levaria a Selic a 11,50% no início do ano que vem.

No InfoMoney, a informação é que as vendas de títulos públicos a pessoas físicas pela internet somaram R$ 6,43 bilhões em julho, divulgou nesta segunda-feira (9) o Tesouro Nacional.

Esse é o segundo maior valor mensal desde a criação do programa, em 2002, só perdendo para março de 2023, quando as vendas tinham somado R$ 6,84 bilhões e bateram recorde.

Em relação a junho, as vendas subiram 13,2%. Na comparação com julho do ano passado, o volume cresceu 80,04%.

Dois fatores contribuíram para o alto volume de vendas em julho. O primeiro foi a recompra pelo Tesouro de títulos corrigidos pela Taxa Selic (juros básicos da economia), que foram trocados por papéis novos.

O segundo foi a forte emissão de títulos corrigidos pela inflação, cujas emissões mensais bateram recorde mensal e atingiram R$ 2,32 bilhões.

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