A previsão foi feita por uma empresa de tecnologia jurídica, que sugere que os tribunais invistam em sistema contábeis e fiscais
Por Misto Brasil – DF
A reforma tributária deverá reduzir em 90% a judicialização de processos tributários após transição. É o que prevê um estudo feito pela empresa de tecnologia jurídica Vieira Melo e Lionello.
O processo de transição exige que as empresas estejam atentas às implicações legais e operacionais da reforma, que inicia a unificação tributária em 2026 e mantém dois modelos durante uma fase.
A atualização demandará investimentos nos sistemas contábeis e fiscais, além de treinamento de profissionais, ao final, as empresas economizarão em compliance.
Para a empresa, é possível que na etapa de implantação das mudanças poderá ter um volume muito grande de processos. A sugestão é que os tribunais invistam em sistemas contábeis e fiscais, com automatização e treinamento de profissionais
No longo prazo, as empresas devem reduzir custos com compliance e ser estimuladas a investir em práticas ESG e produtos e serviços sustentáveis, que são beneficiados com menor carga tributária.
Calcula-se que a reforma deve gerar até 12 milhões de novos empregos e um crescimento de 20% no PIB brasileiro nos próximos 15 anos, cerca de R$ 1,2 trilhão.
“Desde a etapa de transição até sua consolidação, o novo sistema tributário movimentará positivamente a economia e o resultado é mais eficiência e agilidade jurídica também”, avalia a coordenadora jurídica da Viera Melo & Lionello, Alexânia Simão.
“Embora a expectativa seja de que a carga tributária mantenha a arrecadação igual à atual, a unificação de impostos e a adoção de um sistema de crédito mais amplo tendem a reduzir os custos e a distribuição deve variar entre os setores, beneficiando as empresas que promovem a sustentabilidade”.
