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Gangorra do dólar, bolsa e a questão dos gastos

Fernando Haddad SP Misto Brasília

Fernando Haddad é o ministro da Fazenda do governo Lula/Arquivo/DW

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Não adianta as lorotas que divulgam na grande mídia sobre o controle do déficit fiscal primário

Por Deolindo Aguiar – PI

Dizem as más línguas que não existe ninguém mais capaz de gerar aumento no preço do dólar do que o próprio governo federal.

O principal feitor dessa obra, inquestionavelmente, é o presidente Lula da Silva, seguido pelo seu fiel escudeiro e dirigente da parte da Fazenda, Fernando Haddad.

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Não adianta as lorotas que divulgam na grande mídia sobre o controle do déficit fiscal primário e, assim, alcançar a meta de zerá-lo neste ano. Os números desmontam a fala do governo. De acordo com o Poder 360, na sexta-feira, fizeram 219 dias que o dólar estava acima de R$ 5,00.

A cotação do dia alcançou R$ 5,87, a segunda maior registrada na história,  perdendo apenas para a ocorrida em maio de 2020, no período da Covid-19, onde chegou a R$ 5,90.

Fernando Haddad, juntamente com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, reafirmaram que o governo  vai cumprir o arcabouço fiscal. Costa disse que quem não acreditar no Brasil vai perder.

Com prudência, para acalmar mais o mercado, Haddad cancelou viagem nesta semana à Europa.  Preferiu ficar para tratar do assunto. O que o mercado espera é uma ação concreta do governo.

Lula da Silva, para conter os gajos públicos, está cansado de blá, blá, blá, e o tema ser empurrado com a barriga. Quem ainda acredita em cortes do governo? O mercado não. A cotação do dólar, beirando os R$ 100,00, mostra isso.

A bolsa caindo também. Só não vê quem não quer. Vale a pena refletir.

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