Ícone do site Misto Brasil

Desistência de ação deve destravar concessão da Rodoviária do Plano Piloto

Rodoviária do Plano Piloto DF Misto Brasília

Detalhe do piso inferior da Rodoviária do Plano Piloto/Arquivo/Agência Brasília

Um consórcio entrou no Tribunal de Justiça do Distrito Federal com uma reclamação contra a inabilitação na concorrência da licitação

Por Misto Brasil – DF

O processo de transição que concede a gestão da Rodoviária do Plano Piloto à iniciativa privada vai ser retomado logo. Tudo depende da desistência de uma ação que trava a concessão.

Em outubro de 2024, foi assinado um contrato  entre o governo distrital e o Consórcio Catedral, formado pela RZK Concessões e Atlântica Construções, Comércio e Serviços Ltda. Esse grupo venceu a licitação para assumir a Rodoviária do Plano Piloto.

No dia da assinatura, o diretor da RZK Concessões, Enrico Capecci, disse que as obras de reforma e adequação do projeto devem começar assim que a ordem de serviço for assinada.

De acordo com ele, o serviço deverá ser feito à noite, para ter um menor impacto entre os usuários.

O contrato é de 20 anos, quando a promessa é de investimento de R$ 120 milhões. O governo pensava em entregar a gestão da rodoviária já em dezembro passado.

As empresas do consórcio Rodoplano desistiram do mandado de segurança que haviam impetrado questionando o processo licitatório.

Na ação, que tramita no Tribunal de Justiça do Distrito Federal, o consórcio alegou que tinha sido indevidamente inabilitado.

A homologação da desistência pelo desembargador Álvaro Ciarlini, da 2ª Câmara Cível, para dar sequência à concessão deve acontecer nos próximos dias, segundo a Secretaria de Transporte e Mobilidade

“A partir desse ato, vamos convocar o consórcio vencedor, que já assinou o contrato, para que possamos retomar a fase de transição e assumir, de fato, a gestão rodoviária”, comentou o secretáriuo Zeno Gonçalves.

 

Sair da versão mobile