A plataforma pode deixar neste domingo de operar nos EUA. A Meta tinha o potencial de se beneficiar dessa saída
Por Misto Brasil – DF
O diretor de marketing da Meta, que possui o Instagram, Facebook, Threads e WhatsApp, Alex Schultz, disse nesta semana que estava prestando atenção especial ao destino de um de seus maiores concorrentes: o TikTok.
A TikTok alertou na sexta-feira (17) quenão haverá mais acesso ao aplicativo nos Estados Unidos (EUA) a partir de domingo (19).
Isso pode mudar se o governo do presidente norte-americano Joe Biden dê garantias a empresas como Apple e Google de que elas não enfrentarão ações de fiscalização quando a proibição entrar em vigor.
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado que “provavelmente” dará uma prorrogação de 90 dias ao TikTok
Essa decisão pode acontecer após assumir o poder na segunda-feira (20), com os 170 milhões de usuários norte-americanos nervosos em antecipação ao fechamento do aplicativo.
Dependendo do que acontecer com o TikTok, propriedade da empresa chinesa ByteDance, a Meta precisaria se preparar para o que poderia ser uma mudança sísmica na forma como os americanos utilizam as redes sociais, disse Schultz.
A Meta tinha o potencial de se beneficiar, mas ele ressaltou que a empresa precisava estar pronta.
O YouTube também fez mudanças em seu aplicativo — particularmente no YouTube Shorts, que oferece vídeos verticais rápidos — para atrair criadores do TikTok.
Em outubro, o YouTube aumentou a duração máxima dos vídeos do YouTube Shorts de um para três minutos, para captar criadores acostumados ao TikTok, onde os vídeos podem durar até 10 minutos.
Esta semana, o YouTube convidou alguns criadores que usam seu aplicativo e o TikTok para um programa de “boot camp” de compras do YouTube, para ajudá-los a se familiarizar com a plataforma.
