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Morreu neste domingo o jornalista Leo Batista

Jornalista Leo Batista Misto Brasil

Jornalista Leo Batista fez história no jornalismo geral e no esportivo/Arquivo/TV Globo

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Além de fazer parte da bancada do Jornal Nacional, passou 40 anos cobrindo o Carnaval do Rio no rádio e na televisão

Por Misto Brasil – DF

Morreu neste domingo, aos 92 anos, o jornalista Léo Batista, um dos maiores profissionais de comunicação da história do Brasil.

O âncora e repórter, que esbanjou simpatia ao longo de quase um século de vida, se identificou mais com a imprensa esportiva ao longo da carreira.

Mas soube marcar espaço em muitas outras coberturas. Texto atualiado às 16h10

Além de fazer parte da bancada do Jornal Nacional, passou 40 anos cobrindo o Carnaval do Rio de Janeiro no rádio e na televisão.

Ele faleceu no hospital Hospital Rios D’Or, localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro, em função de um tumor no pâncreas.

O jornalista deu entrada no hospital no dia 6 de janeiro, em decorrência de um quadro de desidratação e dor abdominal.

Exames detectaram o tumor, que exigira internação na UTI da unidade ao longo dos últimos dias, mas ele não resistiu.

Seu Léo, como sempre foi carinhosamente chamado, dedicou cerca de 77 anos ao jornalismo, tendo sido 54 deles só na TV Globo.

Tornou-se inspiração para várias gerações de profissionais que aprenderam com ele, tendo contato direto, ou apenas sendo espectador de sua “voz marcante”.

Em janeiro de 2022, ele havia perdido a esposa, Leyla Chavantes Belinaso, falecida aos 84 anos após um infarto. O casal teve duas filhas, Cláudia e Mônica.

Praticamente em voo solo, foi o primeiro narrador de uma transmissão de surfe e de Fórmula 1 na televisão do país.

Masrcou época com os gols do Fantástico, que mudaram a forma com que se consumia o futebol nas décadas de 1970 e 1980, acompanhado da famosa “Zebrinha”, registrou o Extra.

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