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DeepSeek começa a enfrentar a desconfiança

Inteligência Artificial DeepSeek Misto Brasil

O chabot foi desenvolvido por uma startup numa cidade chinesa/Reprodução site

Recomendações para restringir o uso do chabot partiu de países como Austrália, Itália e Taiwan e órgãos americanos

Por Alex Rodrigues – DF

A startup chinesa DeepSeek começa a enfrentar a desconfiança e a resistências em diferentes países. O assistente virtual (chatbot) foi um dos mais baixados nas lojas online

O governo da Austrália anunciou a proibição do uso de produtos, aplicativos e serviços da DeepSeek em computadores e dispositivos móveis pertencentes ao Estado.

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Com a medida, servidores públicos de todos os órgãos governamentais federais terão que remover imediatamente qualquer produto da DeepSeek dos aparelhos estatais.

Segundo noticiou a ABC, a decisão atende às recomendações de agências de segurança e de inteligência que apontaram que a plataforma chinesa representava “um risco inaceitável” para o Poder Público.

Em abril, o governo australiano proibiu o uso do TikTok em dispositivos móveis e computadores de órgãos federais, com os mesmos argumentos apresentados para banir o DeepSeek.

A Itália e Taiwan também proibiram funcionários públicos de usar os produtos da DeepSeek em dispositivos governamentais.

Instituições estadunidense, como a Nasa e o Pentágono, seguiram pelo mesmo caminho, indicando uma queda de braço entre a China e os Estados Unidos. A DeepSeek rivaliza com produtos semelhantes da Google e da OpenAI, por exemplo.

Taiwan também apontou a necessidade de “proteger a segurança nacional da informação”, abrindo uma exceção na restrição de uso do chatbot da DeepSeek para instituições de ensino e pesquisa.

A recomendação é, sempre que possível, os pesquisadores baixem os aplicativos chineses em máquinas que não contenham informações sensíveis e/ou estratégicas.

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