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Cruz usada na primeira missa fica dois dias em Brasília

Cruz da primeira missa Misto Brasil

Cruz da primeira missa realizada no Brasil em exposição em Brasília/Divulgação/CNBB

Na terça-feira será o selo comemorativo do jubileu dos 525 anos da primeira missa no Brasil numa sessão no Congresso

Por Misto Brasil – DF

A cruz usada na primeira missa celebrada no Brasil, em 1500, está em peregrinação por cidades portuguesas e brasileiras e chegará à capital federal exatamente na data do aniversário da cidade, na próxima segunda-feira (21).

A cruz ficará por dois dias em Brasília. O artefato deixou a cidade em 12 de abril e, ainda em Portugal, passou por Fátima, Cascais, Almada e Lisboa.

A peregrinação integra a programação do evento Brasil com Fé – 525 anos da Primeira Missa no Brasil, Terra de Santa Cruz, que comemora o jubileu da primeira missa em território brasileiro, celebrada em 26 de abril de 1500.

A cruz fica em exposição permanente na Sé de Braga, igreja mais antiga da Península Ibérica, aberta em 1089.

Na segunda-feira, às 10h, ela estará presente na missa pelo jubileu da arquidiocese e pelo aniversário da capital, na Catedral, presidida pelo cardeal Paulo Cezar Costa. Depois, a partir das 11h, o artefato ficará em exposição também na Catedral.

Na terça-feira (22), a cruz será levada à sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), às 8h.

Às 9 horas, haverá uma sessão solene no Congresso Nacional, com lançamento do selo comemorativo do jubileu dos 525 anos da primeira missa no Brasil.

Às 12 horas, o cardeal Paulo Cezar Costa celebra uma nova missa na Catedral, com a frente parlamentar católica. Na quarta-feira (23), a cruz segue para Belém (PA).

“Essa cruz peregrina relembra para nós que, na origem do nosso país, está a experiência da fé. Relembra para nós que a religião está desde a origem do nosso país e que foi fazendo história nesse imenso Brasil, que foi fazendo história na nossa população, na nossa cultura. Então, é um momento bonito, é um momento de celebrar, é um momento de rememorar”, disse o arcebispo de Brasília, cardeal Paulo Cezar Costa.

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