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Medidas econômicas e ajuda a Gabriel Galípolo

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Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, durante audiência no Senado/Arquivo/Saulo Cruz/Agência Senado

A nota da Fazenda e do Planejamento fala em cooperar com o Banco Central para trazer inflação para a meta

Por Genésio Araújo Júnior – DF

Semana intensa após as férias que os poderosos tiveram do Brasil nas viagens a China e os Estados Unidos.

Os chefes da equipe econômica, Fernanda Haddad e Simone Tebet, surpreenderam gregos, troianos e baianos a anunciarem não um contingenciamento orçamentário, mas um bloqueio orçamentário de R$ 31,3 bilhões.

Leia: depois da confusão, governo recurso parcialmente do aumento do IOF

Veja o decreto publicado hoje no Diário Oficial da União

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A medida não tem relação com as receitas, mas com as despesas do governo.

Fernanda Haddad e sua turma, antes, lutavam na busca de receitas extraordinárias para garantir a tal meta fiscal do chamado arcabouço.

Agora, eles anunciaram aumento de tributo, IOF, considerado a princípio cruel, mas voltado para empresas, seguro e câmbio. As famílias ficaram de fora.

A nota da Fazenda e do Planejamento fala em cooperar com o Banco Central para trazer inflação para a meta. O governo decidiu enfrentar as despesas e o juro, dando apoio ao chefe do BC, Gabriel Galípolo.

Apesar de Haddad e Tebet preverem um PIB de 2,4% neste ano, eles trabalham quanto atividade econômica considerada atípica pelo mercado.

O assunto é sério. O governo criticava Roberto Campos Neto e agora decide acudir Gabriel Galípolo, muito mais que cumprir meta fiscal.

Se preparem, a próxima reunião do Copom promete.

 

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