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Continua a greve dos analistas tributários da Receita

Receita Federal DF Misto Brasília

A Receita Federal é o braço arrecadador da União/Arquivo/Divulgação

O presidente do Sindireceita, Thales Freitas, disse que a proposta encaminhada pelo governo mantém conjunto de limitações

Por Misto Brasil – DF 

Continua a greve dos analistas tributários da Receita Federal após a negativa de uma contraproposta apresentada pelo Ministério de Gestão e Inovação.

O sindicato da categoria informou hoje (27) que os servidores vão manter as paralisações e operações padrão em todo o país.

O presidente do Sindireceita, Thales Freitas, disse que a proposta encaminhada pelo governo mantém conjunto de limitações.

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“A proposta cria diferenciações e distinções no reajuste para servidores ativos e aposentados. A concessão de um reajuste igual para todos os analistas tributários é um ponto inegociável”.

A operação padrão realizada na segunda-feira envolveu três voos internacionais vindos de destinos na Europa e América do Sul transportando mais de 66 passageiros. Tammbém houve operação padrão no Aeroporto de Manaus.

Lista de atividades prejudicadas na Receita

Tributos Internos:

• O atendimento de pessoas físicas;

• As análises de processos administrativos relacionados à cobrança, parcelamento e suspensão do crédito tributário;

• As atividades de gestão do crédito tributário de pessoas jurídicas, ou mesmo do direito creditório;

• Queda no quantitativo de processos distribuídos;

• Redução do número de atendimentos presenciais e remotos;

• Aumento do tempo de resposta nos canais de atendimento e de orientação aos contribuintes;

• Suspensão de entregas de trabalho de ferramentas em desenvolvimento para o incremento de produtividade dos serviços prestados pela Receita Federal, sobretudo as inovações tecnológicas.

Aduana e controle do comércio exterior:

• Redução na fiscalização e controle aduaneiro nos portos, aeroportos e pontos de fronteira;

• Aumento no tempo de verificação de bagagens em portos, aeroportos e pontos de fronteira;

• Aumento no tempo de liberação de mercadorias e veículos nos portos e pontos de fronteira;

• Aumento no tempo de liberação de passageiros nos portos, aeroportos e pontos de fronteira;

• Redução no número de operações de combate ao contrabando, descaminho, tráficos de drogas, armas e munições, entre outras atividade essenciais ao controle do comércio exterior de nosso país.

 

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