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Velho Testamento, o Torá e o esquecimento

Hugo Motta Lula da Silva e Davi Alcolumbre Misto Brasil

Hugo Motta, Lula da Silva e Davi Alcolumbre em encontro hoje no Planalto/Fabio Rodrigues-Pozzebom/Arquivo/Agência Brasil

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Na discussão sobre os cortes de gastos públicos, a oposição esquece o passado e o governo tem alma de gastador

Por Genésio Araújo Júnior – DF

Nesse episódio do aumento do IOF, você não vai acreditar, pois lembrei, comedor de hosta que sou, do mandamento do decálogo que diz, não pronunciarás em vão o nome do Senhor teu Deus.

Ora bolas, o que isso tem com suas contas? Na política não se deve pronunciar o nome do povo em vão, distintíssimo.

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Leia: como mudanças do IOF encarecem compras no exterior

Fernando Haddad diz que além do corte bilionário no orçamento para salvar o seu arcabouço fiscal, teve que aumentar o IOF, pois o Congresso não acaba com benefícios fiscais bilionários que interessam poderosas empresas.

Como se não soubéssemos que a alma petista é gastadora. Hipócritas.

No Congresso, Hugo Mota à frente, diz que o Executivo não pode gastar sem freio e depois passar o volante para o Congresso segurar.

Quero ver se eles aceitam abrir mão de suas emendas. Um deputado mixuruca vale R$ 58 milhões. O melhor, pode chegar a R$ 100 milhões. Qual empresa gira isso por ano? Hipócritas.

A oposição diz que se defende e quer que a gente esqueça o que eles fizeram no verão passado, quando jogaram dinheiro de cima de  helicóptero. Que se explodam as contas, para eleger seu favorito.

Hipócritas. Todos dizendo que defendem você, respeitável público. Pelo Velho Testamento e o Torá (Bíblia Hebraica) iriam todos arder no inferno, mas na política contam com seu esquecimento.

Só existem duas coisas certas na vida, morrer e pagar impostos.

 

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