Ícone do site Misto Brasil

Registro de cachaça teve um crescimento de 20,4%

Taças de vinho sommelier

Sommellier é um especialista em vinho, mas também em cerveja e cachaça/Arquivo/Blog do Vinho

Compartilhe:

Todas as regiões do país apresentaram aumento no número de estabelecimentos registrados, segundo registros do Mapa

Por Misto Brasil – DF

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anotou 1.225 novos registros de cachaça no ano passado. Com esses novos registros, o país possui oficialmente 7.223 produtos.

É um crescimento de 20,4 % em relação ao total de produtos registrados que havia em 2023.

A média brasileira é de 5,7 cachaças registradas por estabelecimento. Todas as regiões do país apresentaram aumento no número de estabelecimentos registrados.

Leia: marcas de cachaças do Entorno premiadas pela ExpoCachaça

Leia: setor de cachaça gostou do acordo Mercosul-UE

O resultado faz parte do Anuário da Cachaça 2025 (referência ano 2024), que é o levantamento oficial de dados do setor, anunciado na quarta-feira (28), em evento realizado pelo Mapa, em Brasília, em parceria com o Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac).

O Anuário também aponta um crescimento de 4% no número de estabelecimentos elaboradores de cachaça registrados, atingindo a marca de 1.266 com 49 estabelecimentos a mais em relação a 2023.

Minas Gerais é o estado que tem mais registros, com 501 estabelecimentos, seguindo de São Paulo (179), Espírito Santo (81) e Santa Catarina (73).

O estado do Ceará apresentou o maior crescimento, passando de 34 em 2023 para 47 em 2024, o que representa 38,2% de crescimento no estado.

Em relação as regiões, o Sudeste lidera o ranking com mais de 800 cachaçarias, seguidas pela região Nordeste (189) e Sul (183).

“Os dados do Anuário demonstram a resiliência da cadeia produtiva no enfrentamento das barreiras que impedem seu desenvolvimento. Em especial, a falta de isonomia tributária que existe no segmento de bebidas alcoólicas em função dos privilégios de algumas categorias de bebidas”, comentou o presidente do instituto, Carlos Lima.

 

 

Sair da versão mobile