O Irã iniciou sua retaliação logo em seguida após ataque de Israel e lançou mais de 100 drones em direção ao território israelense
Por Misto Brasil – DF
Israel deve ser punido no mais alto nível, afirmou à Sputnik Mahmoud Abbaszadeh, ex-membro do Comitê de Segurança Nacional e Política Externa do parlamento iraniano, acrescentando que o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, e seus cúmplices deverão responder “por seus crimes”.
Brasileiros em viagem para Israel, estão retidos no país por conta do fechamento do espaço aéreo. Entre esses brasileiros estão prefeitos que foram conhecer atividades israelenses nas atividades de segurança públicas.
O prefeito Cícero Lucena disse hoje cedo pela CBN que no bunker estão 37 pessoas, dos quais 18 brasileiros. Há também em outro local, entre outros, a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão.
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“Apesar de os EUA recusarem apoiar Israel, na minha opinião, as negociações indiretas entre o Irã e os EUA foram afetadas por este ataque. Não se pode negociar com um país e, ao mesmo tempo, testemunhar um ataque a seu território”, disse ele, lembrando que Israel é um representante regional dos EUA.
As Forças de Defesa de Israel (FDI) anunciaram em 13 de junho ter efetuado um “ataque preventivo” contra o território iraniano, enquanto Washington e Teerã mantêm negociações sobre o programa nuclear do Irã, ao qual Tel Aviv se opõe categoricamente.
O porta-voz do Exército israelense, Effie Defrin, informou, em breve coletiva de imprensa, que 200 aeronaves de combate participaram do ataque, que atingiu mais de 100 pontos no país persa.
O Irã iniciou sua retaliação logo em seguida e lançou mais de 100 drones em direção ao território israelense. Segundo o Exército de Israel, “todos os sistemas de defesa estão funcionando para eliminar as ameaças”.
O primeiro-ministro israelense,Benjamin Netanyahu, afirmou, em uma mensagem gravada, que as Forças Armadas buscarão “alcançar objetivos importantes” para concretizar a Operação “Leão Ascendente”.
Netanyahu também alertou a população do Estado judeu que o tempo de permanência nos abrigos pode ser mais longo que o habitual, devido a uma possível resposta do Irã.
