O Ibovespa enfrentou um “cabo de guerra” dos pesos-pesados na sessão desta terça-feira e ações da Petrobras subiram
Por Misto Brasil – DF
Um dia após encostar nos 140 mil pontos, Ibovespa acompanhou o aumento da aversão a risco do exterior em meio a rumores de envolvimento direto dos Estados Unidos no conflito entre Israel e Irã. O mercado também fez ajustes de olho na “Super Quarta”.
Nesta terça-feira (17), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 138.840,02 pontos, com queda de 0,30%.
O dólar à vista encerrou as negociações a R$ 5,4968, com alta de 0,20% ante o real.
No cenário doméstico, os investidores acompanharam, em segundo plano, as movimentações em Brasília.
Na noite de ontem (16), a Câmara dos Deputados aprovou a urgência da proposta legislativa que prevê a derrubada do decreto do governo de elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
A proposta, porém, só deve ser analisada pelos deputados no início de julho, em cumprimento do acordo entre o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), líderes partidários e os ministros das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, Rui Costa.
As expectativas para a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) também movimentaram a sessão. Na atualização mais recente, o contrato de Opções de Copom da B3 aponta a chance de 61% de o Banco Central elevar os juros em 0,25 ponto percentual, o que levaria a Selic para 15% ao ano.
O Ibovespa enfrentou um “cabo de guerra” dos pesos-pesados na sessão desta terça-feira (17). As ações da Petrobras recuperaram parte das perdas da véspera e subiram mais de 2%, assumindo a dianteira do índice, na esteira da disparada do petróleo, informou o MoneyTimes.
