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Indícios do tesouro pirata perdido há 300 anos

Piratas navios a vela La Buse Misto Brasil

Piratas como La Buse eram o terror dos mares há trës séculos/Ilustração/Pinterest

Embora o tesouro em si ainda esteja perdido, pesquisadores anunciaram ter encontrado destroços de um naufrágio

Por Misto Brasil – DF

Você gosta de histórias de piratas, é aventureiro e bom em resolver mistérios? Então, riquezas insondáveis lhe aguardam no Oceano Índico.

Se você conseguir decifrar o criptograma secreto do infame pirata La Buse (“O Abutre”, em tradução livre do francês), um “tesouro de tirar o fôlego” pode estar esperando por você.

Embora o tesouro em si ainda esteja perdido, pesquisadores anunciaram ter encontrado destroços de um naufrágio na costa de Madagascar que poderia ajudar a descobrir seu paradeiro.

Trata-se da nau Nossa Senhora do Cabo, que La Buse e seus camaradas saquearam na Ilha da Reunião há cerca de 300 anos. Sem dúvida, uma peça importante do quebra-cabeça.

A nau portuguesa passava pela região em 1721, totalmente carregada com tesouros de Goa e das colônias portuguesas na costa oeste da Índia, com destino a Lisboa.

Como o navio de guerra, pesando mais de 700 toneladas, sofreu graves avarias na viagem durante uma tempestade e teve que jogar alguns de seus canhões ao mar para evitar o naufrágio, acabou se tornando presa fácil para a trupe de Olivier Levasseur, o nome verdadeiro de La Buse.

Segundo as lendas, a bordo estavam quantidades incríveis de ouro, prata, pérolas, diamantes e outros objetos de valor, como os melhores tecidos e especiarias.

O fato de todo esse tesouro se encontrar no navio provavelmente se deveu aos dignitários que nele viajavam, o vice-rei de Portugal Luís Carlos Inácio Xavier de Meneses e o arcebispo de Goa, Sebastião de Andrade Pessanha.

Eles foram feitos reféns, e pelo menos o vice-rei foi posteriormente libertado em troca de um resgate. Os cerca de 200 escravos de Moçambique e a tripulação que também estava a bordo foram presumivelmente libertados na Ilha da Reunião.

Os piratas desapareceram com seu magnífico butim quando rumavam para Madagascar, provavelmente se escondendo na costa leste, na pequena ilha de Nosy Boraha, ainda chamada de ilha de Sainte-Marie.

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