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São Paulo e Minas ampliam ajuda aos exportadores

Palácio Bandeirantes sede do governo São Paulo Misto Brasil

O Palácio dos Bandeirantes é a sede do governo de São Paulo/Arquivo/Divulgação

Os governos estaduais do Rio Grande do Sul, Paraná e Espírito Santo também devem auxiliar as empresas prejudicadas

Por Misto Brasil – DF

O governo do Estado de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (30) um pacote emergencial para conter os impactos das tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros.

Os estados de Minas Gerais (veja detalhes abaixo) e também o Rio Grande do Sul e o Paraná também anunciaram ajuda através de créditos do ICMS. O Espírito Santo também deve ajudar as empresas prejudicadas.

Entre as principais medidas anunciadoas por São Paulo, estão a liberação de R$ 1,5 bilhão em créditos acumulados de ICMS e a ampliação da linha de crédito Giro Exportador, que passa de R$ 200 milhões para R$ 400 milhões.

Os créditos de ICMS serão disponibilizados por meio do programa ProAtivo e priorizam empresas exportadoras com acúmulo apto à transferência. Cada empresa poderá solicitar até R$ 120 milhões, com liberação em até 10 parcelas a partir de setembro. A

medida visa garantir liquidez às indústrias voltadas ao mercado externo, especialmente às que agregam valor à produção, minimizando os efeitos sobre o PIB estadual.

O governo de Minas Gerais anunciou na tarde desta quarta-feira (30) que as empresas mais afetadas pelo tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, terão aporte financeiro de R$ 300 milhões do estado.

O governador Romeu Zema (Novo) afirmou que R$ 200 milhões partirão do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG).

O estado devolverá outros R$ 100 milhões referentes a valores retidos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de exportação às empresas

“Vamos disponibilizar, via BDMG, R$ 200 milhões de imediato, com juros de 0,9% ao mês para empresas que precisarem de recursos.

Os critérios [para o recebimento do valor] serão discutidos com a Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), para que haja uma justiça na distribuição“, disse Romeu Zema. (Informações da emprensa local)

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