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Agro se apresenta como agente de transformação na COP30

Maçã fruta brasileira Misto Brasileira

A maçã é a segunda fruta mais consumida pelos brasileiros/Arquivo/Agro

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O posicionamento aponta caminhos para destravar o financiamento, segundo o documento divulgado

Por Misto Brasil – DF

O agronegócio brasileiro entregou seu posicionamento para a COP30 às autoridades e lideranças setoriais, durante o 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio (CBA).

O encontro reuniu 800 participantes presenciais, de 245 diferentes empresas, e assistido por mais de 3000 pessoas pela transmissão on-line.

O documento “Agronegócio frente às Mudanças Climáticas” destaca como a agropecuária pode ser um agente de transformação dentro da agenda de adaptação e mitigação das mudanças climáticas.

Ao reiterar o papel do agro como parte da solução para esses desafios e o protagonismo do Brasil, o posicionamento aponta caminhos para destravar o financiamento.

O objetivo, segundo o programa, é ampliar as soluções aplicadas na agropecuária sustentável, impulsionando a inovação e o uso de novas tecnologias que promovam a proteção e conservação do meio ambiente.

Outro ponto vital nas discussões da COP30 é a relação entre o agro e o mercado de carbono. O documento apresenta como o setor pode se integrar de forma eficaz na economia dos créditos de carbono, colaborando para a transição de uma economia mais sustentável.

O posicionamento contou com a contribuição de representantes de mais de 80 organizações –  governo, empresas, entidades setoriais, membros da academia, cientistas e pesquisadores.

O material foi elaborado por especialistas como Carlos Cerri, diretor do CCarbon/USP; Eduardo Bastos, diretor Executivo do IEAG; Marcelo Morandi, chefe de Assessoria de Relações Internacionais da Embrapa; Natascha Trennepohl, sócia do Carbonn Nature; Renato Rodrigues, head of Agribusiness da TerraDot; e Rodrigo Lima, diretor geral da Agroicone, que atuaram como mentores dos debates do Fórum.

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