Vinte e seis países se comprometeram a apoiar a criação de uma força de segurança que seria enviada à Ucrânia após um eventual acordo
Por Misto Brasil – DF
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, convidou o líder ucraniano Vladimir Zelensky a Moscou para realizar negociações russo-ucranianas, e não para aceitar rendição, afirmou o porta-voz presidencial russo, Dmitry Peskov, às margens do Fórum Econômico do Oriente.
Moscou viu que Zelensky rejeitou a proposta do presidente Putin de ir a Moscou, adicionou Peskov, acrescentando que receberam a recusa através do chanceler ucraniano, segundo informou hoje a Agência Sputnik..
Vinte e seis países se comprometeram a apoiar a criação de uma força de segurança que seria enviada à Ucrânia após um eventual acordo com a Rússia que encerre a guerra, com o objetivo de impedir que Moscou volte a atacar seu vizinho, afirmou o presidente francês, Emmanuel Macron, nesta quinta-feira (04/09).
Uma força de garantia para a Ucrânia é um pilar fundamental das garantias de segurança que uma coalizão de países, principalmente europeus, deseja oferecer à Ucrânia se a guerra terminar por meio de um acordo de paz ou um cessar-fogo.
Também há preocupação crescente de que o presidente russo, Vladimir Putin, não esteja demonstrando interesse em um acordo de paz. Essa preocupação se intensificou após a visita de alto nível de Putin a Pequim nesta semana.
A extensão do envolvimento dos EUA em um eventual apoio à segurança da Ucrânia também permanece incerta, mesmo após os líderes europeus conversarem com o presidente Donald Trump por videoconferência também nesta quinta-feira.
A reunião foi organizada por Macron e contou com a presença do presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, enquanto outros líderes, como o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, participaram remotamente. Macron não informou quais 26 países se comprometeram a apoiar a força de garantia.
