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Categoria de bolos puxou as vendas de biscoitos, massas e pães

Comida bolos Brasília Misto Brasília

A venda de bolos registrou bom desempenho no primeiro semestre/Arquivo/Divulgação

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Levantamento mostra que houve um ganho de 15,7% no primeiro semestre. A categoria de pães industrializados cresceu 7,8%

Por Misto Brasil – DF

A categoria de bolos puxou o crescimento da Cesta Abimapi com dados da NielsenIQ no primeiro semestre.

O ganho foi de 15,7% em valor e 8,3% em volume, um faturamento de R$ 1,4 bilhão em seis meses e 32,6 mil toneladas comercializadas no país.

O destaque na subcategoria “mistura para bolos” é o bolinho de chuva, que detém 75,8% da importância (volume e giro). Enquanto na subcategoria bolos, é o próprio bolo industrializado, com 41% de importância.

A categoria de pães industrializados cresceu 7,8%, com faturamento de R$ 8,3 bilhões até junho de 2025. O volume cresceu 3,5% alcançando 400 mil toneladas neste semestre.

Cresceram em volume e giro os pães de hambúrguer (1,3%) e hot dog (0,4%), mesmo com repasses de preço expressivos (+13,2% e +7,2%, respectivamente) e justamente por serem os segmentos mais baratos.

As massas alimentícias cresceram 4,2%, movimentando R$7,7 bilhões de reais no primeiro semestre, com 654,2 mil toneladas consumidas. Os tipos “caseiros” ganham volume e giro (0,6%) mantendo o preço médio. “Ovos” e “grano duro” retraem em giro com aumento do preço médio em 1,6% e 6,8%, respectivamente.

Por fim, a categoria biscoitos apresentou um crescimento sutil de 1,1%, com o faturamento de R$ 16,4 bilhões em 2025 e queda de 4,9% no volume, passando de 765,9 para 728,5 mil toneladas consumidas nos primeiros seis meses do ano.

“Os dados refletem o comportamento dos consumidores que preferem fazer as refeições em casa a preços mais acessíveis”, comentou o presidente executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães Industrializados , Claudio Zanão.

As massas alimentícias cresceram 4,2%, movimentando R$ 7,7 bilhões de reais no primeiro semestre, com 654,2 mil toneladas consumidas. Os tipos “caseiros” ganham volume e giro (0,6%) mantendo o preço médio. Já “ovos” e “grano duro” retraem em giro com aumento do preço médio em 1,6% e 6,8%, respectivamente.

“É possível relacionar que um dos fatores que impulsionaram a venda de biscoitos foi o aumento do preço dos chocolates (16,4%) nas gôndolas”, comentou também chefe de Pequenas e Médias Empresas para a América Latina na NielsenIQ, Claudio Fernando Czarnobai.

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