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Distrital denuncia interesses em torno do Cartão PDAF

CLDF Dayse Amarilio, Paula Belmonte e Gabriel Magno DF Misto Brasil

deputados Dayse Amarilio, Paula Belmonte e Gabriel Magno/Arquivo/Rinaldo Morelli/Agência CLDF

Gabriel Magno apontou na tribuna da Câmara Legislativa uma série de reclamações de diretores de unidades escolares do DF

Por Misto Brasil – DF

Criado para dar mais transparência e economicidade às compras de escolas com recursos do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf), o aplicativo do Cartão PDAF resultou em superfaturamento de preços.

A denúncia do deputado distrital Gabriel Magno (PT) foi feita nesta terça-feira (30). Ele apontou uma série de reclamações de diretores de unidades escolares do DF, informou a Agência CLDF.

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O parlamentar disse na tribuna que enviará representação ao Tribunal de Contas do Distrito Federal e Territórios para suspender imediatamente a aplicação.

No sistema informatizado administrado pelo Banco de Brasília (BRB), a Secretaria de Economia e a Secretaria de Educação listam fornecedores de produtos e serviços já cadastrados e credenciados, em preço definido por meio de tabela única.

“Tirou a competitividade dos comerciantes locais próximos às escolas”, disse o deputado distrital Pastor Daniel de Castro (PP). Ele também afirmou que, na semana passada, recebeu um cidadão que informou que as suas empresas faliram por dificuldades em concorrer nas atuais condições.

Para Magno, o problema não reside na ideia em si, já que “funciona há vários anos” o Cartão PDDE do governo federal, um cartão de débito para uso em território nacional no âmbito do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE).

Mas levantou suspeitas acerca do sistema distrital, operacionalizado pelo aplicativo. “É um esquemão que está por trás do aplicativo do Pdaf. Porque tem alguém ganhando dinheiro público com isso, verba que deveria estar indo para as escolas”, criticou.

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