A oposição bate cabeça até agora para definir nomes que possam concorrer em igualdade de condições com Lula da Silva
Por Genésio Araújo Júnior – DF
Os norte-americanos costumam dizer que quem tem prazo tem tempo. Os yankees inventaram o time is money. A direita brasileira que se serviu do bolsonarismo tem que administrar o bolsonarismo sem bolsonar.
Temos nove semanas até o final do ano parlamentar no Congresso Nacional, a grande arena da disputa governo e oposição no Brasil.
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Na verdade, menos disso, pois tem a COP30, quando a capital do Brasil vai ser transferida em novembro oficialmente para Belém.
O presidente Lula da Silva dificilmente vai perder o que conquistou nesses últimos 50 dias.
A tendência de natural otimismo do final do ano ajuda muito, sem contar um provável encontro com o presidente Donald Trump.
Quem faz oposição a Lula não precisa de Jair Bolsonaro, pois tem a seu favor o antipetismo. Que nem acaba, nem fica pouco.
Não é atrevimento ou desespero do governador Ronaldo Caiado dizer que Lula da Silva pode perder no segundo turno. Não basta sonhar para ter isso. A oposição tem que se livrar da anistia, da dosimetria e ter um nome na praça para enfrentar Lula ainda em 2025.
As pessoas têm que ir para as férias com o nome na cabeça. O prazo está acabando e tempo é dinheiro.
