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As eleições no Chile e os ensinamentos no Brasil

Lula da Silva discurso COP30 Belém Misto Brasil

Lula da Silva durante o discurso para chefes de Estado na COP30/Arquivo/Divulgação/PR

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Se a direita lançar vários candidatos e martelar que o Lula 3 não resolve nada quanto o crime organizado, vai ser forte no ano que vem

Por Genésio Araújo Júnior – DF

O que o primeiro turno da eleição presidencial no Chile, que poderá levar um direitista ao poder, diz para o Brasil? A princípio pouca coisa. Porém, olhando mais, muita coisa. O Chile tem pouco mais de 20 milhões de habitantes e é um país de classe média.

O Brasil é gigante, tem 50 milhões de pessoas vivendo em área de facção e acabou de sair do mapa da fome. Lá eles lançaram vários candidatos de direita e a criminalidade lá é um nada comparado com a nossa.

Ouça o comentário do articulista do Misto Brasil logo abaixo

Leia: segundo turno no Chile terá comunista e ultradireitista

Pouco importa quem vai ganhar a batalha do relatório da lei anti-facção.

O aumento de penas não resolve com a alta bandidagem. Basta ver que o aumento de penas com o feminicídio estabeleceu, o crime de feminicídio só aumenta. Lula lidera todas as pesquisas para 2026.

Porém, se a direita lançar vários candidatos e martelar que o Lula 3 não resolve nada quanto o crime organizado, vai ser forte no segundo turno do ano que vem. Essa história de ter um candidato único com o apoio de Bolsonaro não parece ser a chave do sucesso?

A Lava Jato do momento é o crime organizado e seus males. Isso mexe com aqueles que pouco se importam com petistas e bolsonaristas.

Lula da Silva tem que inventar algo agora, ter resultados imediatos. A oposição não precisa de Bolsonaro como acha que precisa.

 

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