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Merendeiras se preparam para o concurso Sabor de Escola

Merendeira concurso rede pública DF Misto Brasil

Alunos provam a comida preparada pela merendeira da escola/Mary Leal/SEEDF

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As duas últimas merendeiras foram escolhidas que vão concorrer no âmbito de todas as regionais da rede pública

Por Misto Brasil – DF

A disputa entre as merendeiras da rede pública do Distrito Federal no concurso Sabor de Escola movimenta as escolas, revelando receitas cheias de personalidade e mostrando que talento e dedicação também fazem parte da merenda escolar.

Na última terça-feira (18), a Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Ceilândia revelou as últimas duas semifinalistas da edição deste ano: Kauana da Silva, da Escola Classe (EC) 13 de Ceilândia, com o prato Jóia Rara, e Marli Pereira, da EC 15 de Ceilândia, com o Brasil no Prato.

Kauana apresentou o Brasil no Prato feito com picadinho de frango e uma salada composta de brócolis e cenoura.

Marli apresentou o Jóia Rara, composto de peixe ao molho, gratinado com queijo e batata, levado ao forno e complementado com arroz branco e salada tropical.

Marli, que trabalha como merendeira há 15 anos na escola, destacou: “Já fiz esse prato no colégio e eles gostaram muito!

Outra merendeira da EC 15 de Ceilândia é a Maria de Lourdes Silva, com 15 anos de casa. Apaixonada pela profissão, ela tem 67 anos e já está prestes a se aposentar.

“Eu preparei um purê de inhame com queijo e coxinha de frango assada, arroz e uma salada tropical. Já é a terceira vez que eu participo. Ainda não ganhei, mas eu gosto mesmo é de estar no meio, fazer novas amizades e conhecer outras receitas das colegas.”

Com a torcida em peso da EC 15 e do Centro de Ensino Médio (CEM) 10 de Ceilândia, a disputa ficou ainda mais animada. Os estudantes Aquiles Araújo, e Ísis Santos fizeram torcida organizada e até levaram pompons para torcer pela merendeira Francisca, também conhecida como “Tia Fran”.

Ísis ressaltou: “A comida da nossa tia é muito gostosa! Eu me sinto em casa comendo a comida da tia Fran. Eu gosto muito do purê de chuchu. Ninguém estava botando fé, mas a gente comeu e não parecia chuchu”.

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