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Dólar à vista encerrou em queda a R$ 5,3133

Bolsa de Madrid Misto Brasília

Mercado tem variação por influência também de outras bolsas de valores/Arquivo

A aposta do mercado de um novo corte nos juros dos Estados Unidos pelo Federal Reserve (Fed, Banco Central dos EUA) ganhou mais força

Por Misto Brasil – DF

O dólar teve uma nova pressão do mercado de trabalho dos Estados Unidos mais fraco do que o esperado e, em reação, aumentou as apostas de corte nos juros pelo Federal Reserve (Fed).

Nesta quarta-feira (03), o dólar à vista encerrou a sessão a R$ 5,3133, com queda de 0,32%. Atualizado às 19h44

O movimento acompanhou a tendência externa. Por volta das 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava com recuo de 0,49%, aos 98.867 pontos.

A aposta do mercado de um novo corte nos juros dos Estados Unidos pelo Federal Reserve (Fed, Banco Central dos EUA) ganhou mais força após dados mais fracos do mercado de trabalho

O especialista em investimentos da Nomad, Bruno Shahinicomentou que a perda de 32 mil vagas no setor privado dos EUA, em contraste com a previsão de criação de 40 mil postos, reforçou essa leitura mais dovish e reduziu a atratividade dos Treasuries, beneficiando moedas de maior carrego, como o real.

A combinação de dólar fraco no exterior e dados mais fracos do mercado de trabalho americano sustenta a queda da divisa ante o real na sessão de hoje.

Bolsa bate novo recorde

Em mais um dia positivo no mercado financeiro, a bolsa de valores voltou a bater recorde e encostou nos 162 mil pontos. O dólar caiu novamente e aproximou-se de R$ 5,30, influenciado pelo mercado externo.

O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta quarta-feira (03) aos 161.755 pontos, com alta de 0,41%. O indicador operou em alta durante toda a sessão, chegando a 161.963 pontos às 10h37.

Embora as ações de bancos tenham caído nesta quarta, os papéis de empresas ligadas a commodities (bens primários com cotação internacional) e de empresas ligadas ao consumo se valorizaram.

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