E o ambiente externo mais favorável, marcado pela expectativa de corte de juros pelo Fed nesta quarta-feira, que reduziu a atratividade
Por Misto Brasil – DF
O sinal positivo prevalecia na bolsa paulista nesta segunda-feira, refletindo ajustes após fortes perdas na sexta-feira, quando preocupações com o cenário eleitoral no Brasil em 2026 justificaram uma forte correção no mercado local.
A Lojas Renner fez diversos anúncios na manhã desta segunda-feira (08), em um dia positivo para as ações, que avançavam 3,89% (R$ 14,42) às 16h45 (horário de Brasília).
O Conselho de Administração da varejista aprovou o pagamento de R$ 223,7 milhões a título de juros sobre capital próprio (JCP), equivalente a R$ 0,2277 por ação.
O JCP será pago a partir de 13 de janeiro de 2026 aos acionistas que compuserem a base acionária de 11 de dezembro deste ano.
Os bancos terminam 2025 com fôlego capaz de fazer inveja a qualquer setor. Com exceção do Banco do Brasil, todos subiram pelo menos 30%. O Bradesco disparou 60%, enquanto o Itaú acumula alta de 50%.
Em relatório, o JPMorgan detalhou o que cada banco está preparando para encarar 2026. No Itaú, um dos favoritos dos investidores e com gestão constantemente elogiada, o corte de custos segue como prioridade.
O dólar recua nesta segunda-feira e fecha a R$ 5,421, refletindo essencialmente três vetores principais.
Correção técnica após a disparada de sexta-feira, provocada pelo anúncio da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. O alívio político com a sinalização de possível desistência do senador, que levou o mercado a desmontar parte do prêmio de risco adicionado ao câmbio.
E o ambiente externo mais favorável, marcado pela expectativa de corte de juros pelo Fed nesta quarta-feira, que reduziu a atratividade dos Treasuries e enfraqueceu o dólar frente a outras moedas no início do dia.
