As autoridades disseram que os suspeitos do ataque eram pai e filho, de 50 e 24 anos. O homem mais velho foi morto a tiros
Por Misto Brasil – DF
Os dois suspeitos do ataque terrorista a uma festa judaica na praia australiana de Bondi, em Sydney, teriam se inspirado na organização islamista “Estado Islâmico2 (EI), afirmou nesta terça-feira (16) a comissária da Polícia Federal da Austrália, Krissy Barrett.
O pior atentado na Austrália em quase 30 anos, no qual 15 pessoas foram assassinadas e um dos atiradores foi morto pela polícia, está sendo investigado como um ato de terrorismo contra a comunidade judaica.
“Os primeiros indícios apontam para um ataque terrorista inspirado pelo ‘Estado Islâmico’, supostamente cometido por um pai e um filho”, disse Barrett em coletiva de imprensa.
“Essas são as supostas ações daqueles que se alinharam a uma organização terrorista, não a uma religião”, sublinhou.
As autoridades disseram que os suspeitos do ataque eram pai e filho, de 50 e 24 anos. O homem mais velho, identificado pelas autoridades estaduais como Sajid Akram, foi morto a tiros. Seu filho, Naveed Akram, está em estado crítico em um hospital.
Pela primeira vez desde o atentado, as autoridades comentaram em uma coletiva de imprensa a possível associação dos suspeitos com um grupo terrorista. O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, disse que as conclusões foram baseadas nas evidências obtidas, incluindo “a presença de bandeiras do ‘Estado Islâmico’ no veículo apreendido” dos suspeitos.
