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Vorcaro, Lewandowski, Campos Neto e o caso Banco Master

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Roberto Campos Neto durante audiência no Senado para falar sobre os juros/Arquivo/Agência Senado

Vários governos e prefeituras aplicaram no banco liquidado pelo BC, ligados a governistas, oposicionistas e centristas

Por Genésio Araújo Júnior – DF

Os políticos começam a voltar à Brasília. Sob o assunto do momento, a Câmara dos Deputados não irá realizar uma CPI do Banco Master. A cúpula do Congresso não quer uma CPI.

Vários governos e prefeituras aplicaram no Banco Master, ligados a governistas, oposicionistas e centristas.

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Independente de uma CPI que está madura no Senado, a CPMI do INSS e a CPI do crime organizado no Senado poderão ouvir Daniel Vorcaro ou pressionar fundos como o Reag ou investigar escritórios de advocacia  ligados a ministros do STF.

Tem líder governista a favor, como Randolfo Rodrigues.

Tem lista governista contra, como José Guimarães. Imagina aí só o punho de renda do Ricardo Lewandowski explicando numa CPI se o seu escritório defendeu os interesses de Daniel Vorcaro do governo Lula.

O que ajuda o governo é que a intervenção no Banco Master foi realizada pelo Banco Central de Gabriel Galípolo, e se sabe que Eduardo Campos Neto, o bolsonarista, já sabia de algo errado por lá e nada fez.

O que ajuda o governo é que a Polícia Federal é a única que não para de investigar o caso.  Por enquanto, o respeitável público ouviu falar da fedentina no andar de cima, mas ainda não está incomodando o jantar da noite.

 

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