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Começou pelo DF uso da insulina análoga de ação prolongada

Prótese amputado Misto Brasília

A maior parte das amputações acontecem pelo diabetes/Arquivo/Revista Saúde

A capital receberá 10,9 mil canetas, encaminhadas à Secretaria de Saúde.  A iniciativa deve beneficiar cerca de 8,7 mil brasilienses

Por Misto Brasília – DF

O Ministério da Saúde iniciou no Distrito Federal o processo de transição do uso da insulina humana (NPH) para a insulina análoga de ação prolongada, a glargina, no SUS.

A iniciativa deve beneficiar cerca de 8,7 mil brasilienses nesta etapa inicial. A capital receberá 10,9 mil canetas, encaminhadas à Secretaria de Saúde do Distrito Federal para distribuição às demais regiões administrativas.

Representa um avanço histórico para o cuidado de pessoas que vivem com Diabete Melito no Brasil e amplia as opções terapêuticas na rede pública de saúde. É um medicamento mais moderno, de ação prolongada, que facilita a rotina dos pacientes.

A capacitação dos profissionais de saúde do Distrito Federal para a transição do tratamento com insulina no SUS ocorreu nesta sexta-feira (06).

Além do Distrito Federal, o projeto-piloto também será realizado inicialmente no Amapá, Paraná e Paraíba, contemplando crianças e adolescentes de até 17 anos que vivem com diabetes tipo 1, e idosos com 80 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2.

A estimativa é que mais de 50 mil pessoas sejam contempladas nessa primeira fase.

 

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