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Greve na Argentina contra a reforma trabalhista

Avião Aerolíneas Argentina Misto Brasília

Voos entre o Brasil e a Argentina tamb~em devem ser afetados com a greve/Arquivo/Divulgação

A paralisação deve afetar o transporte público e os voos nos aeroportos, inclusive para entre aquele país e o Brasil

Por Misto Brasil – DF

O Ministério do Capital Humano da Argentina alertou a Unión Tranviarios Automotor (UTA) e La Fraternidad para que não aderissem à greve geral prevista para esta quinta-feira.

Uma medida de conciliação obrigatória está em vigor para cada sindicato.

Os dois sindicatos confirmaram que não prestariam serviços hoje, em virtude da greve convocada pela CGT contra a reforma trabalhista.

Nesta quarta-feira, após a CGT confirmar a greve, a UTA anunciou formalmente sua participação, o que significa que não haverá serviços de ônibus em todo o país. Portanto, a partir da meia-noite de quarta-feira, não haverá ônibus circulando em todo o país.

O ministério chefiado por Sandra Pettovello apelou aos sindicatos para que “se abstenham de realizar quaisquer medidas de ação direta que tenham planeado implementar, em violação das normas legais que regem a Conciliação Laboral Obrigatória, estando a referida instância em pleno andamento”.

O movimento grevista que pode afetar todo o transporte público, especialmente na Grande Buenos Aires, também terá consequências nas operações aéreas.

A Aerolineas Argentina prevë que 255 voos – uma parte para o Brasil – devem ser afetados. A Latam e a Gol também informaram que voos devem ser reprogramados.

O cálculo é que a greve provoque prejuízos diários de US$ 3 milhões (cerca de R$ 20 milhões) na economia do país.

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