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Lojistas contabilizam crescimento nas vendas de Carnaval

Carnaval Bloco do Amor DF Misto Brasil

A biologa Clarice Pontes fala com Agência Brasil, durante apresentação do Bloco do Amor no Museu da Republica/Arquivo/Campanato/Agência Brasil

De acordo com a pesquisa, 41% apontaram elevação de até 10% do volume de vendas. Outros 49% superaram a marca

Por Misto Brasília – DF

A maioria dos lojistas do Distrito Federal obtiveram crescimento nas vendas em relação ao ano anterior. Dos 183 estabelecimentos consultados, 75,4% registraram aumento no faturamento do período.

Desse total, 41% apontaram elevação de até 10% do volume de vendas. Outros 49% superaram a marca, chegando até 20% de crescimento.

E outros respondentes (19,7%) relataram vendas estáveis em comparação ao ano passado, enquanto 3,3% tiveram redução,  de acordo com o Instituto Fecomércio-DF.

Antes do Carnaval, na sondagem de expectativas, 85,5% dos empresários estavam confiantes quanto aos seus estoques.

Após as festas de Momo, 87% informaram que conseguiram dar vazão e renovar os produtos; 12% relataram estoques acima da demanda para a data e 1% registrou estoque abaixo da demanda.

Em relação às estratégias adotadas durante a data, 44,8% das empresas investiram em descontos progressivos ou promoções especiais para atrair clientes. Para atender ao aumento do movimento, 5% contrataram funcionários temporários. Dessas, 78% manifestaram a possibilidade de efetivação após as festas.

Quanto ao horário de funcionamento, 70,5% dos estabelecimentos mantiveram o expediente habitual, 24,6% ampliaram o horário de atendimento e 4,9% reduziram as jornadas.

Entre os principais desafios mencionados na pesquisa pré-carnaval estiveram a inflação setorial (52%), a gestão de estoque diante da incerteza da demanda (22,5%), os atrasos na entrega de mercadorias e insumos (15,4%) e a dificuldade para contratar temporários qualificados (10,1%).

Para 47,64% dos lojistas, esses fatores não geraram impactos negativos durante os dias de festa. Por outro lado, 45,03% destacaram que os preços dos produtos ficaram mais caros para o consumidor; 4,71% relataram falta de mercadoria; e 2,62% enfrentaram escassez de funcionários para atender à demanda.

A assessoria da Fecomércio informou que a sondagem de pós-vendas do Carnaval foi aplicada entre 19 e 21 de fevereiro. Foi composta por 183 empresas dos segmentos de alimentação, comunicação e vendas, entretenimento e cultura, infraestrutura e suporte e moda, beleza e imagem.

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