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Ações europeias caem. Setor de tecnologia enfrenta o pior dia

Ibovespa bolsa de valores SP Misto Brasil

O comportamento do Ibovespa é um indicador também da macro economia/Arquivo/Divulgação

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As fabricantes de chips foram as mais afetadas, com o índice Stoxx Europe Technology caindo 3,1% e caminhando para seu pior dia

Por Misto Brasil – DF

As ações negociadas na Europa registraram forte queda nesta quinta-feira (02), com os temores de uma escalada na guerra entre EUA e Irã voltando a afetar os mercados globais.

O índice pan-europeu Stoxx 600 logo após as 00h15 em Londres, o índice registrava queda de 1,1%, reduzindo as perdas maiores ocorridas no início da sessão. A maioria dos setores e das principais bolsas regionais permanece em território negativo.

As fabricantes de chips foram as mais afetadas, com o índice Stoxx Europe Technology caindo 3,1% e caminhando para seu pior dia desde 3 de fevereiro.

Em um discurso ao povo americano na noite de quarta-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que esperava que a guerra durasse mais duas ou três semanas, período durante o qual as forças americanas “atacariam” o Irã “com extrema força”.

Os futuros das ações americanas despencaram com o fim do discurso de Trump, revertendo a alta observada na sessão regular de Wall Street na quarta-feira. Na manhã de quinta-feira, os dados futuros apontavam para uma abertura significativamente menor das ações listadas em Nova York antes do início do pregão.

As ações listadas na Ásia também reverteram os ganhos na quinta-feira, enquanto os investidores analisavam a última atualização de Trump.

Os preços do petróleo dispararam após o discurso do presidente, com o Brent, referência global, subindo mais de 8% e sendo negociado a US$ 109,10.

Os preços do petróleo dispararam desde que os EUA e Israel lançaram ataques contra o Irã em 28 de fevereiro, provocando ataques retaliatórios do outro lado do Golfo, a partir de Teerã. Ao longo de março, o  preço do petróleo bruto Brent, referência global  , subiu mais de 60%,  registrando  a maior alta mensal desde o início da série histórica, na década de 1980.
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